Zé Rodrix – Compositores

José Rodrigues Trindade – Zé Rodrix
* Rio de Janeiro, RJ. – 25 de novembro de 1947 d.C
+ São Paulo, SP. – 22 de maio de 2009 d.C
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Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade,  foi um compositor, multi instrumentista, cantor, publicitário, e escritor brasileiro.

Ele é o autor da música “Casa no campo“, grande sucesso gravado por Elis Regina.

Zé Rodrix, ao piano, canta Casa no Campo

Outra composição de sucesso dele é a musica “Soy latino americano”.

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Ele integrou o trio Sá, Rodrix & Guarabyra, que foi o expoente do rock rural nos anos 70. Também tocou com Tavito e com a banda Joelho de Porco e, entre outras atividades, lançou o livro “Diário de um Construtor do Templo” (1999).

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No início dos anos 2000, o músico causou polêmica ao revelar, em uma entrevista, que era maçom. Zé Rodrix chegou a lançar uma trilogia de livros sobre a maçonaria.

Ao lado de Zá e Guarabyra, Rodrix se consagrou como um dos ícones do chamado “rock rural”. Os músicos foram responsáveis por um famoso jingle da Pepsi na década de 1970, conhecido pela estrofe “só tem amor quem tem amor pra dar”.

O multi-instrumentista Zé Rodrix estudou no Conservatório Brasileiro de Música e na escola Nacional de Música, onde aprendeu teoria musical, harmonia e contraponto.

Entre os instrumentos que tocava estão piano, acordeom, flauta, saxofone e trompete.

Em 1967, participou do Festival de Música Brasileira da TV Record, acompanhado de Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo, com a canção “Ponteio”.

Em 70, integrou o grupo Som Imaginário e continuou atuando como compositor.

Vinicius de Moraes – Poeta

Retrato do Poeta Vinicius de Moraes

Marcus Vinicius de Mello Moraes

* Rio de Janeiro, RJ. – 19 de Outubro de 1913 d.C
+ Rio de Janeiro, RJ. 09 de Julho de 1980 d.C

Nasceu no bairro da Gávea, Rio de Janeiro, filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes e Lydia Cruz de Moraes.
Fez o curso primário na Escola Afrânio Peixoto, na Rua da Matriz. Curso secundário no Colégio Santo Ignácio.

Em 1930 ingressou na Faculdade de Direito do Catete. Em 1938 com dois livros publicados, recebeu do British Council uma bolsa de estudos de dois anos para estudar Literatura Inglesa em Oxford. Em 1939 foi obrigado a abandonar o curso e voltar ao Brasil, devido à eclosão da guerra.

Criado por sua mãe, Lydia Cruz de Moraes, que, dentre outras qualidades, era exímia pianista, e ao lado do pai, Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta bissexto, Vinicius cresce morando em diversos bairros do Rio, infância e juventude depois contadas em seus versos, que refletiam o pensamento da geração de 1940 em diante.

Em 1916, a família muda-se para a rua Voluntários da Pátria, 129, no bairro de Botafogo, passando a residir com os avós paternos, Maria da Conceição de Mello Moraes e Anthero Pereira da Silva Moraes.

No ano seguinte mudam-se para a rua da Passagem, 100, no mesmo bairro. Nasce seu irmão Helius. Com a irmão Lydia, passa a freqüentar a escola primária Afrânio Peixoto, à rua da Matriz.

Em 1920, por disposição de seu avô materno, é batizado na maçonaria, cerimônia que lhe causaria grande impressão.

Após três outras mudanças, em 1922 a família transfere-se para a Ilha do Governador, na praia de Cocotá, 109-A.

Faz sua primeira comunhão na Matriz da rua Voluntários da Pátria, no ano seguinte.

Em 1924, inicia o Curso Secundário no Colégio Santo Inácio, na rua São Clemente. Começa a cantar no coro do colégio nas missas de domingo, criando fortes laços de amizade com seus colegas Moacyr Veloso Cardoso de Oliveira e Renato Pompéia da Fonseca Guimarães, este sobrinho de Raul Pompéia. Participa, como ator, em peças infantis.

Torna-se amigo dos irmãos Paulo e Haroldo Tapajóz, em 1927, com os quais começa a compor. Com eles, e alguns colegas do colégio, forma um pequeno conjunto musical que atua em festinhas, em casas de famílias conhecidas.

Compõe, no ano seguinte, com os irmãos Tapajóz, “Loura ou morena” e “Canção da noite”, que têm grande sucesso. Nessa época, namora invariavelmente todas as amigas de sua irmã Laetitia.

A família volta a morar na rua Lopes Quintas em 1929, ano em que Vinicius bacharela-se em Letras no Santo Inácio. No ano seguinte entra para a faculdade de Direito da rua do Catete, sem vocação especial. Defende tese sobre a vinda de d. João VI para o Brasil, para ingressar no “Centro Acadêmico de Estudos Jurídicos e Sociais” (CAJU), tornando-se amigo de Otávio de Faria, San Thiago Dantas, Thiers Martins Moreira, Antônio Galloti, Gilson Amado, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Chermont de Miranda, Almir de Andrade e Plínio Doyle.

Em 1931, entra para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR).

Forma-se em Direito e termina o Curso de Oficial da Reserva, em 1933. Estimulado por Otávio de Faria, publica seu primeiro livro, O caminho para a distância, na Schimidt Editora.

Forma e exegese, seu livro de poesias lançado em 1935, ganha o prêmio Felipe d’Oliveira.

Em 1936, substitui Prudente de Moraes Neto como representante do Ministério da Educação junto à Censura Cinematográfica. Publica, em separata, o poema “Ariana, a