Instituições Culturais – Academia Cearense de Letras

Academia Cearense de Letras

Blog Vida e Obra - Academia Cearense de Letras - Vista da fachada principal e da lateral da Praça General Tibúrcio

Vista da fachada principal e da lateral à Praça General Tibúrcio

Academia Cearense de Letras Rua do Rosário, 1 – Centro Fone: (85) 3253-0489 Horários: Segunda à Sexta Feira das 08:00 às 12:00 horas Mapa de localização A Academia Cearense de Letras fundada em 15 de Agosto de 1894 e é a mais antiga de todas as academias culturais do País. Em seu pioneirismo, não eram apenas literários os objetivos. Ela abrangia também o campo das ciências, da educação, ou das artes, de modo geral. Foram seus fundadores: Guilherme Studart, Justiniano de Serpa, Farias Brito, Drumond da Costa, José Fontenelle, Álvaro de Alencar, Benedito Sidou, Franco Rabelo, Antonio Augusto, Pedro de Queiroz, Alves Lima, Valdemiro Cavalcante, Tomás Pompeu de Sousa Brasil, Raimundo de Arruda, Álvaro Mendes, José Carlos Júnior, Virgílio de Morais, José de Barcelos, Antonio Bezerra, Eduardo Studart, Alcântara Bilhar, Antonino Fontenelle, Antonio Teodorico, Pe. Valdevino Nogueira e Henrique Theberge. A Academia teve, desde a sua fundação, três fases distintas sendo a última e definitiva em 1951. O seu primeiro presidente: – Dr. Tomás Pompeu de Sousa Brasil (1894-1929) seguindo-se: – Antonio Sales (1930-1937) – Tomás Pompeu Sobrinho (1937-1951) – Dolor Uchoa Barreira (1952-1954); – Mário Linhares (1955-1956) – Raimundo Girão (1957-1958) – M. A. de Andrade Furtado (1959-1960) – Renato Braga (1961-1962) – Antônio Martins Filho (1963-1964) – Eduardo Campos (1965-1974) – Cláudio Martins (1975-1992) A Academia publica anualmente a Revista da Academia Cearense de Letras, cujo primeiro número saiu em 1896. Possui ainda as coleções Antonio Sales composta de ensaios sobre autores cearenses e Dolor Barreira, de romances cearenses. O seu centenário em 1994 foi contemplado com a Antologia da Academia Cearense de Letras organizada pelo acadêmico Sânzio de Azevedo, ocupante da cadeira n. º 1. Apenas em 1989 a academia teve a sua sede definitiva, doada por Lei N. º 11.637/89, pelo Governador Tasso Ribeiro Jereissati, bisneto do Acadêmico Fundador José Carlos Júnior. Instalada no Palácio da Luz construído pelo Capitão Mor Antonio de Castro Viana, arrematado pelo governo do estado no principio do século, teve suas dependências ampliadas, mantendo, no entanto suas características originais. As reuniões ordinárias da Academia, acontecem todo dia 10 de cada mês, exceto quando o dia coincide com feriados, sábados e domingos, passando conseqüentemente para o primeiro dia útil seguinte, ás 17:00 horas. Fonte: www.guiace.com.br Brasão Acadêmicos Fundadores - Acadêmicos Efetivos

Carlos Alberto Menezes Direito – Jurista

Carlos Alberto Menezes Direito

Personalidades - Juristas - Ministro Carlos Alberto Menezes Direito
* Belém, PA. – 8 de setembro de 1942 d.C
+ Rio de Janeiro, RJ. – 1 de Setembro de 2009 d.C

Era considerado um jurista conservador, de formação católica.

Menezes Direito completaria 67 na próxima terça-feira, 8 de setembro. Ele deixa mulher, três filhos e netos.

Foi ministro do Superior Tribunal de Justiça, ali sendo empossado em 27 de junho de 1996. Indicado em 28 de agosto de 2007, pelo Presidente da República, para integrar o Supremo Tribunal Federal, na vaga do ministro Sepúlveda Pertence, que se aposentou em 17 de agosto, tomou posse em 5 de setembro de 2007.Morreu vítima de complicações devido a um tumor no pâncreas.

O ministro, que chegou em 2007 à Corte após a aposentadoria do decano do tribunal, ministro Sepúlveda Pertence, lutava contra um câncer. Não resistiu. Ele faria 67 anos na próxima terça-feira, 8 de setembro.

Foi indicado à Corte depois de julgar por 11 anos no Superior Tribunal de Justiça. Nascido no Pará, Menezes Direito tornou-se bacharel em Direito pela PUC do Rio de Janeiro, em 1965. Obteve o título de doutor na mesma universidade.

Entrou para a magistratura por meio do Quinto Constitucional da OAB. O seu primeiro cargo no Judiciário foi de desembargador do Tribunal de Justiça do Rio.

Em 27 de junho de 1996, tomou posse no Superior Tribunal de Justiça. E em 5 de setembro de 2007 tomou posse no Supremo com vaga deixada por Sepúlveda Pertence.

Era considerado um jurista conservador, de formação católica.

Do jornalista Hélio Fernandes na Tribuna da Imprensa

O Ministro Menezes Direito e o voto corretíssimo na questão da Raposa do Sol:
“Será lembrado pelo estudo em alta profundidade que fez da questão que envolveu a exploração ou a estagnação da Amazônia.”

Atuação no STF

Carlos Alberto Direito, em março de 2008, pediu vista no processo que pedia a declaração de inconstitucionalidade do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas no Brasil, o que fez com que o processo, que já aguardava votação há anos, fosse mais uma vez adiado.

Em 28 de maio de 2008, Direito votou pela procedência em parte da ação, utilizando o mecanismo da “interpretação conforme” para que fosse permitida a pesquisa com células-tronco embrionárias, observadas as restrições constantes em seu voto.

“Peço vista”! Esse termo virou quase um bordão do ministro Carlos Alberto Menezes Direito. Outros ministros do Supremo especulam que um dos próximos pedidos de vista de Direito seria durante o julgamento da ação que pede a liberação da antecipação terapêutica dos partos de fetos com anencefalia.

Antes de alcançar a magistratura, advogou no Rio de Janeiro, onde também ocupou diversos cargos públicos. Foi chefe de gabinete na Prefeitura, integrante do Conselho da Sociedade Civil mantenedora da PUC-RJ, presidente da Fundação de Artes do Rio de Janeiro e integrante do Conselho Estadual de Cultura do Estado.

Entre as atividades exercidas, foi, ainda, presidente da Casa da Moeda do Brasil, secretário de Estado de Educação e presidente do Conselho Nacional de Direito Autoral, além de professor